Arterite de Células Gigantes: Entenda os Sinais e Evite Complicações Graves

A arterite de células gigantes é uma doença inflamatória que afeta vasos sanguíneos de médio e grande calibre, especialmente as artérias da cabeça e do pescoço. Apesar de ser uma condição rara, ela exige diagnóstico e tratamento rápidos, pois pode levar a complicações graves, como a perda súbita da visão.
Músculos e Artrose: O Papel do Exercício no Controle da Dor e da Função

Acordar com as mãos duras, como se os dedos estivessem “travados”, pode parecer algo passageiro. Mas quando essa rigidez matinal se repete com frequência ou dura mais de 30 minutos, pode ser sinal de doença reumatológica.
Mãos Rígidas ao Acordar: Isso Pode Ser uma Doença Reumática?

Acordar com as mãos duras, como se os dedos estivessem “travados”, pode parecer algo passageiro. Mas quando essa rigidez matinal se repete com frequência ou dura mais de 30 minutos, pode ser sinal de doença reumatológica.
O papel do reumatologista no tratamento de doenças autoimunes

A dor crônica é um dos sintomas mais comuns e debilitantes entre pessoas com doenças reumatológicas, como artrite reumatoide e espondilite anquilosante. Ao contrário da dor aguda, que é temporária, a dor crônica persiste por mais de três meses e pode impactar intensamente a qualidade de vida do paciente.
Esse tipo de dor não afeta apenas o corpo. Ela está frequentemente associada à saúde mental, podendo desencadear quadros de ansiedade, depressão, distúrbios do sono e isolamento social. Por isso, o manejo da dor nesses casos deve ser integral e multidisciplinar, indo além da prescrição de medicamentos.
Manejo da dor crônica em pacientes reumatológicos

A dor crônica é um dos sintomas mais comuns e debilitantes entre pessoas com doenças reumatológicas, como artrite reumatoide e espondilite anquilosante. Ao contrário da dor aguda, que é temporária, a dor crônica persiste por mais de três meses e pode impactar intensamente a qualidade de vida do paciente.
Esse tipo de dor não afeta apenas o corpo. Ela está frequentemente associada à saúde mental, podendo desencadear quadros de ansiedade, depressão, distúrbios do sono e isolamento social. Por isso, o manejo da dor nesses casos deve ser integral e multidisciplinar, indo além da prescrição de medicamentos.